Quem me conhece já sabe, eu amo o Big Brother Brasil. As terças-feiras são sagradas, os domingos idem. Eu simplesmente amo o BBB, eu acho muito legal ver o povo se debatendo, rebolando, brigando, ficando estátua por duas horas. Eu sou meio sádica, confesso. Mas também, entrou ali pra me divertir, né? É isso que eu acho. Adoro o sofrimento alheio, o sofrimento de quem assinou um contrato pra sofrer, eu digo. Porque sofre mesmo; eu sofreria. Aliás, eu não iria me enfiar num antro desses, não por livre e espontânea vontade, claro. Eu acho meio triste fazer um vídeo, chamar os pais pra colocar uma camiseta com a sua cara e ficar torcendo por você. Mas eu me divirto assistindo os que fizeram isso. Nada contra os brothers, mas vai contra os meus princípios e o meu estilo de vida. Eu gosto muito da solidão, de falar merda, de falar mal dos outros, eu preciso de internet, de televisão, de comida boa, de amigos que eu escolhi pra serem meus amigos, de liberdade, nem que seja pra ficar dentro de casa. Portanto, mesmo que eu entrasse numa casa dessas, eu certamente seria a primeira a sair. “Eu voto na Cristine porque eu acho que ela não se adaptou aqui com o pessoal, não tenho nada contra ela, mas é uma questão de afinidade mesmo”. E como é que eu ia ficar com todo o meu mau humor pós-bebedeiras tendo que fazer prova do líder? Dois segundos de estátua e eu já ia desistir. E o Pam, como eu ia ficar sem o Pam? Sem condições. Definitivamente, eu sou uma voyer. Não sou uma sister. Mas, pra mim, podia vir um BBB atrás do outro. O resto da programação eu dispenso. Ah, não, tem A Grande Família. E a novela das 8, que, como eu li no orkut da Tati: "é melhor que Rivotril".
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